26 de ago de 2015

quando ela me olhava
que inveja me dava:
doce, doce, doce. 
- era tão doce!

[queria comer]

Um comentário:

  1. Você sempre nessa linha tenuíssima do onírico para o real – com as sugestões sinestésicas /sensoriais... Afinal, esses momentos de contemplação são tão transcendentais e raros (somos preenchidos por sonoridades tão densas e maciças) que sonho e ‘realidade aparente’ se conjugam numa coisa só, no mesmo lapso de tempo/ espaço. Sempre fico encantada com o seu refinamento minimalista. Seria possível tateá-la? Então... O aroma é mais embriagador que o aspecto. Nem precisou comê-la para sentir o gosto... ^^
    Abraço!

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