20 de fev de 2012

Se

Ao meu dispor gostaria que seus versos monossílabos estivessem.
E não somente seus pobres poucos versos, mas, sua prosa,sua rima.
Disponho então, à sua hora, meu pouco ritmo para fazer frente a sua
inconstante presença física e assim retomar a nossa entonação perdida.
Porque me torna frágil as possibilidades que advém ...E são tantas,
tantos sonhos te sorriem hoje e me tira o riso,de certa forma,sem cor,sem tom.
A cada riso do destino em sua direção,um degrau me é tirado dos pés.
E a culpa? Não há culpa. Culpa sofrida!
Por não te querer o melhor, dos seus sonhos.
Desde que seja aqui,ou onde eu preferir, sem êxito algum seu, sem interferências do destino.
 Porque a parte que me cabe no que chamamos de ''formação de personalidade''
e isso está acontecendo agora, cabe também o egoísmo. Não nego!
E  por isso persiste.
Me cabe também a amizade notada no cabeçalho da nossa história, e o amor
que só notaremos no rodapé, ao fim de muitos degraus. ( Se )
Então só resta a minha prosa complexa, por fim, questionar seus pobres versos...
A quem caberá escrever,rotular este enredo desprovido de nós,
quando não mais estivermos por aqui?



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